Monthly Archives: July 2007

O CAPELÃO.

30/07/2007
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O CAPELÃO.

A noite era fria. Um frio cortante, que penetrava a pele, como uma lâmina afiada. Feria tão fundo que chegava até os ossos. E ali, na lama fétida e pútrida, recheada de corpos apodrecidos e constantemente revolvida pelas bombas que caiam por toda à parte, ele colava seu rosto naquela lama feita de água,...

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PRÊMIO THE POWER OF SCHMOOZE

28/07/2007
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PRÊMIO THE POWER OF SCHMOOZE

Minha querida amiga CRIS PENHA me indicou a mais esse prêmio. Copiei a descrição (descaradamente e já pedindo perdão) no Blog da Carol. Este prêmio é uma tentativa de reunir os blogs que são adeptos aos relacionamentos “inter-blogs” fazendo um esforço para ser parte de uma conversação e não apenas de um monólogo. Antes...

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"SEU" PAULO.

24/07/2007
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"SEU" PAULO.

Na rua todo mundo conhecia o “seu” Paulo. Era uma pessoa tranqüila, bom vizinho, prestativo e morava sozinho na casa enorme da esquina desde que a mulher dele o abandonara, fazia muitos anos. Os moradores mais antigos comentavam “a boca pequena”, que ela era uma mulher intragável e que trazia o “seu” Paulo na...

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O SOM DAS LETRAS.

23/07/2007
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O SOM DAS LETRAS.

Fui indicado pelos meus amigos PK Ninguém do blog Pensamentos Equivocados e Orlando Camargo do Acid Minds, para participar de uma corrente do bem que visa descobrir quais as músicas que embalam as criações blogueiras. Normalmente, não escuto nada quando crio meus contos ou crônicas. Simplesmente deixo fluir. Mas sempre tem aqueles dias em...

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O VAMPIRO DO CANAL.

19/07/2007
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O VAMPIRO DO CANAL.

Com aquele tempo, as rondas ficavam cada vez mais difíceis. Já não era tão jovem e o frio daquelas madrugadas chuvosas, fazia com que seu corpo doesse. Procurava ao máximo ficar no carro e deixava o trabalho de rua para o novato. Sabia que era errado, mas era uma área tranqüila e eles já...

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O CASAL E A FOFOQUEIRA.

03/07/2007
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O CASAL E A FOFOQUEIRA.

Eram um casal comum. Ele empresário bem sucedido do ramo de tecidos, ela professora na escola primária local e membro atuante da sociedade caridosa da paróquia comunitária. Viviam em uma casa de três andares, grande para alguém que não tinha filhos, numa área residencial de alto padrão. Sempre solícitos e gentis, realizavam quermesses e...

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